sábado, 22 de agosto de 2009

Um par

"Ainda que eu falasse a lingua dos homens, sem amor eu nada seria"
Resta agora o nada sou, por que disso eu bem sei, que sou
Tamanha era a vontade de ser alguém, nos inteiramos perfeitamente
Homem e Mulher, um par, transformados em solidão pelo destinos
Um reação inexplicável que nos deixa perplexos ao momento
Real substancia deploravél é o que se deixa a pensa
E agora? Quem Sou? Pra onde e vou?
Mais do que palavras, esperanças, encontros e desencontros
Ainda que um dia, proferisse palavras indelicadas
Resultados de momentos de angústia, de momentos de tristezas
Iria ser diferente se um dia não tivessemos pecado
Ai, tudo mudaria, mas o pecado nos torna forte, quando acreditamos
No amor que um dia existiu, no amor que um dia surgiu, perfeito
Algum lugar, Algum dia, seremos perfeito, como duas bandas que se completam.
(Dedico à Mari Bacelar, com amor e afeto eterno).

Rotina

A rotina nos detruiu
convenceu que para nós,
o melhor era a distância
E nos deixou secos, derrotados
De tão pouco ouro, fez-se choro
do nosso amor,
parece que somento o lamento restou
e dessa pronfunda armagura, resta o pranto
de quem um dia, amou de verdade
e agora, só nós sobra vaidade
de querer lutar, de querer parar
de não achar, de não entender,
persuadir de que nada é ínfimo
e os maus momentos são passageiros
e nós herdeiros, de um amor
que um dia conheceu, o completo
e absoluto significado do companheirismo
Eu te amo, e estaria mentindo se o assim não dissesse
se o assim não queresse, se o assim não fizesse
Se a gente não dissesse: Eu te amo. O que seria?
(Dedico a Mari Bacelar)